Tboom na Social Media Week 2012
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- admin
- Que dia?
- 15-02-2012
- Que horas?
- 10:43 AM

Na tarde da última segunda-feira, dia 13, começou em São Paulo o encontro Social Media Week, que contou com nomes do mercado publicitário brasileiro focados no trabalho de mídias sociais.
A Tboom apareceu por lá para conferir o que acontece de mais bacana e inspirador por lá.
Entre os destaques do primeiro dia foi a palestra no auditório Think Tank Stage que contou com um assunto principal: o debate sobre a afirmação do Presidente da agência DM9, Sérgio Valente, que dizia: ‘’Agências muito focadas em redes sociais podem não ser um modelo ideal pro mercado interativo’’.
A discussão foi aberta. O assunto gerou um longo debate chegando à uma possível conclusão vinda de Roberto Martini, CEO da agência CuboCC: “Não há uma fórmula concreta e precisa, todos nós estamos em fase de experimentação’’ disse. Além disso, como um consenso de todos os painelistas é o foco na agência digital. Especialização é algo que se busca no ambiente social.
Engajamento
Ao mesmo tempo acontecia, no Brainstorm Room, o encontro ‘’To Like or Not to Like’’ que discutiam os fatores mais importantes para poder reter e engajar um público alvo, sem virar canais entediantes, cansativos e temporários. Quem coordenava a conversa era Marcello Penna, Diretor de Atendimento da F/Nazca e Zé Porto, Head de Planejamento da F/Nazca. O centro da conversa foi direcionada a partir da pesquisa F-Radar, em que apresenta em infográficos o comportamento e hábito de acesso dos usuários das redes sociais.
Info-obesidade do usuário
A palestra ‘’Como lidar com o consumidor info-maníaco?’’ e como em todo debate houveram diversas controvérsias tendo como o principal questionamento do público: ‘’É possível uma marca tão famosa e conhecida como a Pepsico, alcançar de uma só vez todos as classes sociais? Como lidar com isso?’’, pergunta feita por uma aluna de psicologia presente no auditório.
‘’É praticamente impossível conseguir falar com todos os públicos de uma só vez, o que nós fazemos é elaborar uma campanha criativo e macro que consiga agradar um pouco cada um, não segmentamos campanhas ou linguagens, principalmente nas redes”, disse Cris Monteiro, gerente de marketing da Pepsico do Brasil.
A palestra contou ainda com a presença de Luiz Algarra, designer de fluxos de conversação, Paulo Schiavon, Gerente de Mídia Online e Mídias Sociais da Tecnisa, e Natacha Volpini, Digital Media and Consumer Promotions Manager na Kraft Foods e a mediação do professor e consultor Gil Giardelli.
Abordando o mercado imobiliário, Schiavon citou o crowdsourcing como uma das estratégias digitais para a marca. “A inteligência coletiva é uma fonte de inspiração para o nosso trabalho de inovação nas mídias sociais”, afirmou. O ponto principal que Natacha, da Kraft Foods, abordou é a ousadia de se estar nas redes sociais. “Com planejamento e conteúdo, ousar pode ser importante para a marca. Inovação precisa estar no DNA da companhia”, completou.
O Social Media Week contará no próximo mês de setembro com a sua segunda edição anual.
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Atualizado em 17/02 às 11h27
No penúltimo dia de evento (16), o SMW se destacou pela palestra “#CORRÃO, OMG, TODOS CHORA, BBQ” realizado no Think Tank Stage. A estudante de publicidade Gabriela Celestino, estagiária da Tboom, acompanhou o debate e nos conta:
“A principal base da discussão foi que precisamos saber o que nosso target quer ouvir para poder conquistá-lo!
Para uma boa visibilidade, cada blog ou site precisa ter conteúdo relevante — ser aberto à interação — e claro, pautado em temas e assuntos que seu público entenda e se identifique. Assim, a marca não perde audiência e mantém as características da marca no ambiente social, seja com ou sem o uso de vícios de linguagem.
Na maioria das vezes as empresas pensam que para uma boa divulgação é necessário ter acesso a todos os tipos de canais (como Facebook, Twitter, Flickr, Slideshare, Youtube…), mas quando isso acontece é difícil conseguir dar conta de todas as redes, principalmente quando o público não está presente em determinados ambientes, fazendo assim com que a marca fique de lado.
Então, antes de tudo, é necessário pensar: ‘É necessário introduzir minha marca naquela rede? Pra que ela me seria útil?’”.
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